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tera, 16 de janeiro de 2018
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Negócios concorrentes?

Negócios concorrentes?
É fato que com a tecnologia e crises econômicas as empresas precisaram diversificar as operações. A maioria dos empresários investe em nichos diferentes dos que atuam. Afinal, quem colocaria um aporte financeiro em um segmento concorrente ao seu?

Muitas empresas decidem ampliar o seu portfólio por vários motivos: redução de dívidas, aumento do número de clientes e\ou melhorarem os resultados. O que todas têm em comum é o desejo de lucro e entrega com qualidade. Todavia, como estudado por diversos filósofos e Darwin a sobrevivência está ligada a flexibilidade.

Os 4 gestores abaixo mostram como pensaram “fora da caixa” e por meio da versatilidade uniram negócios para ganhar mercado:

1. Intercâmbio x Cursos de inglês

Divulgação

Leiza Oliveira, CEO da Minds Idiomas, tem 70 escolas de inglês e mais de 1000 alunos. Desmistificou a ideia que intercâmbio e cursos de idiomas são oponentes ao fundar a Minds Travel. Agência especializada em vivências no exterior. Por meio da agência, o estudante parcela a viagem em 18 meses, tempo de curso das escolas. Ou seja, o aluno entra na escola já com uma viagem programada para o fim do curso e conseguirá trenar na prática o que viveu na sala de aula.

2. Unhas x Sobrancelhas

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Em time que está ganhando não se mexe. Luzia Costa foi de encontro a esse ditado popular. Com cerca de 180 unidades da Sóbrancelhas, franquia especializada no embelezamento do olhar e da face, Luzia investiu em um negócio que complementa a atenção das suas clientes: o cuidado das unhas. Enxergando que o atendimento personalizado é um pré-requisito atual das mulheres, a empreendedora criou a Beryllos, única rede de cuticularia do país. “As consumidoras querem viver experiências nos serviços prestados e por isso as lojas proporcionam isso. Conhecem a Sóbrancelhas e vão cuidar das mãos e pés na Beryllos mais próximas”, afirma.

3. Escritórios físicos x Escritórios virtuais

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Daniel Olszewer já foi pioneiro quando fundou escritórios compartilhados em 2014, ano de copa do mundo e eleições presidenciais no país, em São Paulo. Os seus sócios o apoiaram por acreditarem na sua visão criativa apesar dos riscos da inovação. Deu certo e eles expandiram para 3 endereços físicos. Este ano Daniel apresentou a ideia de investirem também em escritórios online, ou seja, algo que teoricamente é concorrente direto do negócio. Os seus parceiros acharam loucura, mas o apoiaram novamente! A marca coworking 1108 já é uma referência no segmento digital e Olszewer e seus investidores comemoram os primeiros milhões nas duas frentes.

4. Revendedora de marca Pet x Loja Própria

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Letícia Carvalho com apenas 23 anos enxergou na representação de uma marca pet, a docg., uma possibilidade de fazer dinheiro com entrega de qualidade. A docg. comercializa seus produtos por meio de revenda, mas também permite a compra de seus produtos nas lojas e web. Letícia, que já era tosadora, percebeu que os produtos eram bons e de funcionária de um pet shop montou o seu próprio Pet. Continua representando a marca reconhecida, porém apostou também em uma loja própria. Revenda e loja coexistindo. O faturamento da estudante de medicina veterinária já gira em torno de 10 mil reais.




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