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segunda, 30 de novembro de 2020
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Doença que matou astro de “Pantera Negra” vai atingir quase 41 mil pessoas este ano

Doença que matou astro de “Pantera Negra” vai atingir quase 41 mil pessoas este ano

Na última semana, o mundo ficou chocado com a morte do ator Chadwick Boseman, astro do filme “Pantera Negra” e um dos Vingadores do universo Marvel, aos 43 anos, por câncer no cólon. A doença é o segundo tipo de tumor mais comum entre os brasileiros, sem contar o câncer de pele não melanoma. Em 2020, 40.990 novos casos devem ser diagnosticados no país, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Em 2018, foi a terceira causa de morte por neoplasia no Brasil.
O câncer colorretal tem origem multifatorial e é um tipo de tumor maligno que afeta o intestino grosso, o cólon ou o reto. A idade mais comum em que essa doença se manifesta é a partir dos 50 anos, com incidência semelhante entre homens e mulheres. Entretanto, pessoas mais jovens, como Boseman, também podem adoecer. Ele lutava contra esse tumor há quatro anos.
“Existem diversas causas que explicam o surgimento desse grupo de câncer, como por exemplo síndromes genéticas, história de parente com câncer colorretal, inclusive alimentação rica em gorduras, produtos processados, industrializados (como presunto, salame, embutidos e enlatados) e pobre em fibras”, explica o radio-oncologista Guilherme Rebello, do Instituto de Radioterapia Vitória (IRV).
A maioria dos casos tem origem em pólipos, que crescem lentamente na parede interna do órgão até se tornarem tumores malignos. Uma das formas de evitar a doença é detectá-los o quanto antes e retirá-los por via cirúrgica.
De acordo com o médico, dentre os principais sintomas deste tipo de neoplasia estão sangue nas fezes, anemia, diarreias ou prisão de ventre, dor abdominal, náuseas e vômitos.

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Dr Guilherme Rebello, médico do IRV  ES explica que fatores genéticos e alimentação rica em gordura e pobre em fibras podem causar o câncer colorretal

Diagnóstico precoce
No Setembro Verde, mês de conscientização sobre o câncer colorretal, Guilherme Rebello destaca a importância do diagnóstico precoce.
“Para pacientes sem história familiar deste câncer, recomenda-se fazer, a partir dos 50 anos, exame de fezes com procura de sangue oculto anualmente, além de colonoscopia a cada 10 anos”, orienta o especialista. Já quem tem histórico da doença na família, o ideal é fazer acompanhamento com 10 anos a menos de idade que o parente tinha quando descobriu o tumor.
Para prevenir a doença, o médico recomenda manter uma alimentação rica em grãos, vegetais e frutas, reduzir o consumo de carne vermelha e alimentos embutidos, fazer atividade física com regularidade, não fumar e não beber.
O tratamento do câncer colorretal pode ser realizado com cirurgia, quimioterapia e radioterapia.
“O tratamento se baseia na multimodalidade, com cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Neste grupo de tumores, a radioterapia é mais presente naqueles de localização retal, com principal intuito de diminuir ao máximo o volume tumoral, propiciando uma melhor cirurgia”, destaca o médico.

Sobre o IRV
Fundado em 2005, o Instituto de Radioterapia Vitória (IRV) é a única clínica privada do Espírito Santo para o tratamento de câncer por meio deste serviço. Funciona nas dependências do Vitória Apart Hospital, na Serra, com tecnologia de ponta e equipe altamente qualificada que tem como filosofia de trabalho o acolhimento dos pacientes.
O IRV tem convênio com os maiores planos de saúde do Espírito Santo, como Unimed, Samp, São Bernardo, Bradesco Saúde, MedSênior, Pasa/Vale, ArcelorMittal, Petrobras, Cassi (BB), Saúde Caixa, Banescaixa, Amil, entre outros.

Assessoria de imprensa do IRV
Vera Caser Comunicação
(27) 99873-8756