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sexta, 18 de janeiro de 2019
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Lista dos “Chefões do Crime” do Estado reúne assassinos, traficantes e líderes de quadrilhas

Lista dos “Chefões do Crime” do Estado reúne assassinos, traficantes e líderes de quadrilhas

Vida dedicada ao crime, sendo “cabeça” de facções e pontos de tráfico e colecionando assassinatos de rivais. Essas são características comuns aos 10 presos mais perigosos do Estado.

A reportagem de A Tribuna consultou delegados das Delegacias de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPPs), autoridades do Ministério Público do Espírito Santo (MPES) e agentes penitenciários para levantar os nomes dos criminosos. Até as 21 horas da última sexta-feira, todos os acusados citados estavam presos.

Em Terra Vermelha, Vila Velha, é difícil encontrar quem não conheça o Frajola. Cleuton Gomes Pereira tinha o domínio do tráfico de grande parte dos bairros na área, além de ser responsável por diversas mortes.

O delegado Ricardo Almeida, titular da DHPP de Vila Velha, contou que Frajola possui dois inquéritos por tráfico de drogas e mais sete processos por homicídio. Atualmente, ele está na Penitenciária de Segurança Máxima II, em Viana.

“Ele estava no regime semi-aberto por tráfico. Quando estava próximo de sair da prisão, foi enviado para regime fechado, pois descobrimos que ele era mandante das mortes de rivais da Grande Terra Vermelha, para ampliar o domínio dele na região. Acreditamos que as ordens eram dadas a cúmplices durante o horário de visita no presídio”, conta o delegado.

Na Serra, um jovem tinha o apelido de Docinho. Porém, na execução de inimigos em Central Carapina, Paulo Sérgio de Oliveira Júnior mostrava crueldade, como detalhou o delegado titular do DHPP da Serra, Rodrigo Sandi Mori.

“Ele matava na frente dos familiares e da população, como uma forma de intimidar populares e mostrar poder de fogo para traficantes rivais”, apontou o delegado.

José Lopes, delegado do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) (Foto: Kadidja Fernandes/09/03/2016)

José Lopes, delegado do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) (Foto: Kadidja Fernandes/09/03/2016)

À frente do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa, o delegado José Lopes afirmou que a análise do perfil da vítima ajuda a polícia a chegar até os autores dos assassinatos.

“O corpo fala e fala muito. Quando analisamos quem era a vítima, as circunstâncias do crime e se tem ligação com o tráfico, algumas vezes descobrimos que a morte foi ordenada pelo chefe do tráfico local.”

Fonte: Tribunaonline
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